A celulite é uma alteração do tecido logo abaixo da pele que deixa a superfície com aspecto ondulado, de “casca de laranja”. Ela aparece em grande parte das mulheres depois da puberdade, inclusive em quem é magra e treina, porque depende muito da estrutura da pele e dos hormônios.
De forma simples, a celulite pode ser leve (visível só ao apertar a pele), moderada (visível em pé) ou intensa (visível em qualquer posição, com depressões marcadas). O grau, o tipo de depressão e a qualidade da pele orientam o tratamento.
Uma agulha ou cânula fina rompe as traves fibrosas que puxam a pele para baixo. É a técnica mais indicada para depressões bem definidas.
Melhoram a firmeza e a espessura da pele, o que reduz o aspecto ondulado. Costumam ser associados à subcisão. Veja bioestimulador no glúteo.
Radiofrequência, ultrassom e outras tecnologias podem complementar o tratamento da textura e da flacidez corporal, conforme a indicação.
Cremes podem melhorar a hidratação, mas têm efeito limitado sobre a estrutura da celulite. O tratamento costuma combinar técnicas e faz parte do plano de harmonização glútea.
A celulite é uma característica da estrutura da pele e pode voltar a ficar visível com o tempo. O tratamento melhora o aspecto, e a manutenção ajuda a conservar o resultado.
Pode ajudar quando há excesso de gordura, mas não resolve sozinho, porque as traves fibrosas e a qualidade da pele continuam influenciando.
Depende do grau e da técnica. A subcisão costuma ser feita em uma a três sessões, e os bioestimuladores em duas ou três.
Conteúdo revisado pelo Dr. Murillo Abdalla, médico (CRM-SP 222260). Atendimento no Instituto AG: Av. José Munia, 4650, 4º andar, Jardim Redentor, São José do Rio Preto (SP). Este texto é informativo e não substitui a consulta.
Especialista em Emagrecimento
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